Poesia de Gaveta


Depois de ler, me dê o seu melhor sorriso amarelo.



Eu posso ouvir o vento rir desesperado ao tocar triste meus ouvidos,
eu consigo observar, que os peixes nadam em suas próprias lágrimas...

Eu me sinto água, nestas noites de alcool,
que o volume da tristeza se torna tão absurdo
que eu o ouço nos ponteiros do meu relógio...

Ao se tornar maçanetas em minhas paredes...
A se tornar papel a ser escrito espalhado em meu pouco chão...

Cheiro de pele...
Cigarros e uma garrafa de vinho...

Pouco importa.
Pouco amor,
muito amor,
pouca vida,
tanto faz...

O que importa é esperar dentre paredes.
Eu nasci para isso.

Eu nasci para despetalar rosas ao longo de uma avenida morta.

Escrito por Daniel às 17h32
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testar né...

Escrito por Daniel às 17h29
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01/01/2006 a 07/01/2006




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