Depois de ler, me dê o seu melhor sorriso amarelo.

Eu posso ouvir o vento rir desesperado ao tocar triste meus ouvidos, eu consigo observar, que os peixes nadam em suas próprias lágrimas...
Eu me sinto água, nestas noites de alcool, que o volume da tristeza se torna tão absurdo que eu o ouço nos ponteiros do meu relógio...
Ao se tornar maçanetas em minhas paredes... A se tornar papel a ser escrito espalhado em meu pouco chão...
Cheiro de pele... Cigarros e uma garrafa de vinho...
Pouco importa. Pouco amor, muito amor, pouca vida, tanto faz...
O que importa é esperar dentre paredes. Eu nasci para isso.
Eu nasci para despetalar rosas ao longo de uma avenida morta.
Escrito por Daniel às 17h32
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testar né...
Escrito por Daniel às 17h29
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